O flúor, também conhecido como fluoreto (fluorine, em inglês), é um elemento químico muito reativo. Por essa razão, nunca encontramos esse elemento em sua forma elementar. O Flúor está presente em diversos locais – na água tratada, nos alimentos, no solo, no ar, em produtos naturais e industrializados, no creme dental, entre outros. Adicionalmente, o longo período de fluoretação das águas de abastecimento público pode trazer problemas à saúde da população. Além disso, isso ainda está acontecendo. Em particular, isso é especialmente verdadeiro em crianças, onde o excesso de flúor pode causar fluorose dentária.
Outro ponto relevante que alguns estudos[1] concluíram, é que o fluoreto, em determinadas doses, pode alterar as funções endócrinas. Isso ocorre especialmente na tireoide; afinal, a tireoide é a glândula responsável por produzir importantes hormônios ligados ao crescimento e metabolismo. Além disso, um relatório da Universidade da Flórida afirma que uma solução de 0,45 ppm (partes por milhão) de fluoreto de sódio é suficiente. De fato, essa solução faz com que as reações sensoriais e mentais fiquem mais lentas.
“Darei a vós o que vós dais valor: fatos.”
Sócrates
Sobre o Fluor nos Países
Veja que os cientistas não consideram o flúor um elemento mineral essencial para o ser humano. Embora pequenas quantidades de flúor possam sim beneficiar o fortalecimento ósseo, sua falta é, na verdade, um problema apenas na formulação de dietas artificiais. Isso enfatiza a não essencialidade[2]. A fluoretação não se mostra necessária; de fato, muitos países da Europa não adicionam flúor à água e, ainda assim, observaram o mesmo declínio na ocorrência de cárie dental que os Estados Unidos. Além disso, veja os dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) sobre níveis de cárie dental. Para mais informações, consulte os dados na Europa, EUA, Nova Zelândia e Austrália no apêndice 1[3].
Onde a fluoretação foi descontinuada – em comunidades do Canadá [5], antiga Alemanha Oriental, Cuba e Finlândia [4], a cárie dental não aumentou, mas realmente diminuiu. Conforme os artigos científicos {Levine, 1976; Fejerskov, Thylstrup e Larsen, 1981; Carlos, 1983; Featherstone, 1987, 1999, 2000; Margous Moreno, 1990; Clark, 1993; Burt, 1994; Shellis e Duckworth, 1994 e Limeback, 1999, 2000}, e os centros para controle e prevenção de doenças (CDC, 1999), se reconhece que o mecanismo dos benefícios do flúor é principalmente TÓPICO e NÃO SISTÊMICO.
Assim, você não tem que engolir o flúor para proteger os dentes. De fato, como os benefícios do flúor (mínimos) são tópicos e os riscos são sistêmicos, faz mais sentido, para aqueles que desejam assumir esses riscos, levar o flúor diretamente ao dente na forma de creme dental. Além disso, sabendo que engolir o flúor é desnecessário, não existe razão para forçar as pessoas, contra as suas vontades, a beberem o flúor em seu suprimento d’água. Por fim, todas as referências para “tópico versus benefícios sistêmicos“ estão relacionadas com um grupo na respectiva secção.
Pesquisa
Uma pesquisa de 1990, conduzida pela toxicologista de Harvard, Phillis Mullenix, mostra que o flúor causa a diminuição do quociente de inteligência (QI). Além disso, aumenta os sintomas em ratos de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH). Curiosamente, poucos dias antes de aceitarem sua pesquisa para publicação, o Forsyth Dental Center, em Boston, demitiu Mullenix do cargo de chefe de toxicologia.
Em seguida, o National Institute of Health (NIH) rejeitou sua candidatura a uma bolsa para continuar a pesquisa sobre as consequências do flúor no sistema nervoso central, quando um painel do próprio NIH afirmou que “o flúor não tem efeitos no sistema nervoso central”. (Griffiths, 1998)” [6], no mínimo curioso.
Pesquisadores acharam na Sicília, Itália, uma relação entre as regiões de alta concentração de flúor na água e a ocorrência de graves doenças dentárias. A doutora Mullenix citou algo que traz à tona nossa discussão sobre o sistema ser totalmente corruptível: “Escolhi a ciência porque ela é divertida e gostaria de voltar a fazer mais pesquisas, mas não confio mais na integridade do sistema. As pesquisas são totalmente controladas” [7].

Usos do Flúor
Perceba que usamos o flúor para produzir tantas coisas prejudiciais. Portanto, fica difícil crer no uso benéfico em nossas águas. Isso é especialmente verdade com uma explicação insidiosa; o mero objetivo de nos poupar das cáries. Além disso, alguns exemplos:
- O gás sarin é produzido a partir de compostos de flúor [8].
- O hexafluoreto de urânio, UF6, é um gás a temperatura ambiente. Ele é usado para a separação dos isótopos de urânio [9].
- Para incrementar a biodisponibilidade dos ingredientes contidos nos fármacos, muitos produtos das casas farmacêuticas vêm halogenados. A intenção dos farmacólogos ao adicionar flúor a um produto é potencializar sua atividade metabólica. Isso melhora suas propriedades terapêuticas. Mas potenciando o efeito do remédio, virão ainda agravados os efeitos colaterais, e a indústria “terapêutica” ganha dinheiro das duas partes: com o tratamento da doença original e, por consequência, com o dever de colocar remédio contra os efeitos colaterais provocados pelo mesmo tratamento.
- O flúor é um dos principais ingredientes de venenos de ratos e baratas, de drogas anestésicas e hipnóticas, e de armas químicas.
O esforço bélico realizado pelas indústrias de alumínio e fertilizantes na II Guerra Mundial, consequentemente, resultou em processos de indenização. Esses processos, por sua vez, relacionaram-se a danos em colheitas de frutas e causaram doenças no gado e nas pessoas que viviam nas fazendas próximas. Isso ocorreu em virtude, portanto, da liberação pelas chaminés do fluoreto de sódio. De fato, esse dejeto industrial é corrosivo e tóxico, e as indústrias também o utilizam como raticida e inseticida.
Males
Como já lhe mostrei, o flúor, nosso “amigo”, causa males severos em nosso corpo. Veja, por exemplo: “O Flúor é veneno e é cumulativo. Além disso, ele atravessa a barreira sangue-cérebro e também a barreira placentária. Ademais, contamina o leite materno. De fato, demonstra-se que modifica o comportamento das gerações que se sucedem desde os anos 50” [10].
O Flúor no Cérebro
O flúor age sobre o cérebro. De fato, o cérebro possui uma função de alta atividade metabólica, que depende do suprimento constante de energia. No entanto, a ação tóxica reduz essa energia por meio de múltiplas inibições enzimáticas. Consequentemente, os efeitos são cumulativos: surgem fadiga cognitiva, dificuldade para exercícios mentais e, ainda, problemas de memória. Além disso, estudos experimentais em ratos, utilizando doses equivalentes aos humanos consumindo água fluoretada, mostraram que o flúor induz déficits do QI, com falhas de memória e déficits de aprendizagem. Por conseguinte, os humanos estão expostos a níveis de flúor capazes de produzir, em ratos, disfunções motoras e déficit de memória, equivalentes à queda do QI em crianças [11]. Ademais, veja a comparação dos níveis de QI em crianças de duas cidades chinesas, abastecidas naturalmente de água com níveis diferentes de flúor [12]:
Esquelética e Odontológica
Veja os efeitos da fluorose esquelética [13]. Algo pouco falado, não é mesmo? Nas vilas do distrito de Dharwar, na Índia, há muitos inválidos por lesões ósseas, resultantes do consumo de água rica em flúor, em níveis até abaixo do prescrito para a fluoretação artificial (0,7 – 2,5 ppm). Ora, abaixo do prescrito?
No entanto, em nossas águas, estamos “acima desse nível considerado baixo”. A revista da Universidade de Passo Fundo (UPF) mostra exatamente isso. Eles publicaram uma pesquisa de dois anos sobre as águas da cidade de Piracicaba, no interior do estado de São Paulo [14]. Segundo o estudo, “…12,2% das amostras estavam acima de 0,8 ppmF e 2,86% abaixo de 0,6 ppmF…”. E o nosso amável e maravilhoso governo considera esses níveis ótimos.

As respostas fisiológicas acontecem em conjunto.
Não é estranho algo que não seja essencial e que cause tanto mal às pessoas, estar sendo colocado em nossas águas todos os dias, com uma desculpa esfarrapada, ignomínia e idiota de combater cáries? Ainda mais quando já colocam flúor em muitos alimentos, bebidas e na pasta de dente? As águas das cidades brasileiras fluoretadas artificialmente, contêm 1 miligrama por litro (mg/L) de fluossilicato de sódio, ou seja 1 ppm.
Ao aquecer a água no preparo dos alimentos, há ebulição da água, e o flúor torna-se mais concentrado, a ponto de atingir o nível TÓXICO de 8 – 10 ppm, capaz de provocar a fluorose esquelética com todo o séquito de complicações. Mas, mesmo sabendo disso, deixam que milhões de pessoas esquentem água fluoretada para o banho e para o uso em alimentos, onde há risco de se contaminar e até matar. Isso é justo? É certo?
Lobby do Flúor
Abaixo, lhes mostro o “lobby” da fluoretação:
- OMS (Organização Mundial de Saúde)
- ALCOA (Aluminum Company of America)
- USHPS (United States Health Public Service)
“Um controverso estudo orientado por Andrew Mellon, da ALCOA, no cargo de Diretor do Tesouro dos EUA, ao qual está subordinado o USHPS, orientou uma discutida pesquisa proclamando que 1 parte por milhão de flúor reduzia a incidência de cáries em 60% e foi proposta a fluoretação das águas municipais americanas. Da noite para o dia, o preço do fluoreto, descartado como refugo industrial, subiu mais de 1000%”. “Lobby” difundiu a ideia para outros países, até com o apoio da OMS, embora a França, Itália e Noruega jamais tenham autorizado a fluoretação, hoje banida em 97% dos países do mundo.
França – Rejeitado o Flúor
“Químicas do fluoreto não são incluídas na lista (dos tratamentos químicos da água potável). Isto é devido à ética assim como as considerações médicas”. (Loius Sanchez, Directeur de la Protection de l’Environnement, 25 de Agosto de 2000).
Alemanha – Interrompido o uso do Flúor
“Geralmente, na Alemanha, a fluoretação da água potável é proibida. No entanto, a relevante lei alemã permite exceções para fluoretação. Além disso, a argumentação do Ministério Federal da Saúde contra uma permissão geral de fluoretação da água potável baseia-se na problemática natural da medicação compulsória.” (Gerda Hankel-Khan, Embaixada da República Federal da Alemanha, 16/Setembro/1999).
Áustria – Proibido o Uso do Flúor
“O fluoreto tóxico nunca foi adicionado no suprimento de água Pública na Áustria”. (M.Eisenhut, Chefe do Dept. de Água, Osterreichische Yereinigung fur das Gas-und Wasserfach Schubertring 14, A-1015 Wien, Austria, 17/Fevereiro/2000).

Lobby em sua essência.
Bélgica – Proibida
“Este tratamento da água nunca foi usado na Bélgica e nunca será (esperamos) no futuro. A razão principal para isto é a posição fundamental do setor de água potável que isto não é uma tarefa para levar tratamento medicinal às pessoas. Isto é de única responsabilidade dos serviços de saúde”. (Chr.Legros, Directeur, Belgaqua, Bruxelas, Bélgica, 28/Fevereiro/2000).
China – Interrompido
“A fluoretação da água potável não é permitido na China, em conformidade com as normas de Padrão da Água Potável Pública da China”. (Gao Xishui, Deputy Director General, Department of International Cooperation, Ministry of Health, China, 1/March, 2000).
Dinamarca – Proibida
“Nós somos gratos em informar-lhes que, segundo o Ministério Dinamarquês de Ambiente e Energia, fluoretos tóxicos nunca foram adicionados no suprimento de água pública. Consequentemente, nenhuma cidade dinamarquesa jamais foi fluoretada. Portanto, podemos concluir que a qualidade da água na Dinamarca permanece inquestionável.” (Klaus Werner, Embaixada Real Dinamarquesa, Washington DC 22/Dezembro/1999).
Finlândia – Interrompida
“Nós não favorecemos ou recomendamos a fluoretação da água potável. Existem meios muito melhores de proporcionar a fluoretação que nossos dentes necessitam”. (Paavo Poteri, Vice Director de Administração, água de Helsique, Finlandia, 7/Fevereiro/2000).
E agora, será que realmente precisamos disso em nossas águas? Ou sera que tudo não passa de uma tentativa de lucrar, mesmo que em cima da saúde das pessoas?
Referências
[1] An Update on Fluorides and Fluorosis
[2] Comprehensive overview paper: Essential nutrients in drinking-water
[3] Níveis de cárie na Europa
[4] Fluoretação descontinuada na Finlândia
[5] Fluoretação descontinuada no Canadá
[6] Entrevista com Phillis Mullenix sobre a relação entre flúor e o cérebro
[7] A saga da doutora Phyllis Mullenix
[8] Gás sarin
[9] UF6
[10] Olympio Faissol Pinto, professor de odontologia
[11] Teste em ratos
[12] Comparação dos níveis de QI das crianças
[13] Fluorose esquelética
[14] Águas de Piracicaba