Mais vale um pássaro na mão, do que dois voando.

man facing clouds during golden time

Esse ditado popular representa a nossa zona de conforto, a zona de conforto que fomos inseridos desde pequenos toda vez que ouvíamos “mais vale um pássaro na mão, do que dois voando…” em algum momento de descontentamento. Crescemos dentro dessa zona de conforto. Ao longo da vida vamos aprendendo a sair dela em alguns aspectos, seja para trabalhar, estudar, se mudar e etc…

Satisfeitos

O fato é, será que estamos realmente satisfeitos com o que temos atualmente? Será que esse emprego aqui na cidade em que ganho mais ou menos paga a minha felicidade? Será que esse curso que eu fiz ou estou fazendo por ser algo “mais fácil”, vai me trazer a mesma realização pessoal que o curso dos meus sonhos me traria? Ou que esse relacionamento morno, mais ou menos, cômodo, vai me contentar e me fazer feliz ao invés de tentar descobrir o novo?

Todos esses bloqueios, e esse ciclo vicioso de comodidade são derivados do medo! Medo do novo, medo de arriscar, medo de sair da sua zona de conforto porque o que você tem já é mais ou menos, porque esse hábito já está presente há um tempo, e você se contenta com o morno por comodidade, por medo! Se contenta com trabalhos que você detesta, se contenta com pessoas mornas por comodidade ou medo de olhar por novos horizontes e viver coisas incríveis.

Merecer

Nós recebemos aquilo que achamos merecer. O universo só nos envia o que vibramos. Se você se contenta com o que é cômodo e mais ou menos, vai continuar nesse trabalho mais ou menos. Vai ficar nesse curso mais ou menos e nesse relacionamento mais ou menos. Você vai deixar de viver uma vida do seu jeito. Vai deixar de realizar as suas vontades. Isso acontece por ter medo de deixar pra trás o que não lhe cabe mais. Por ter receio de levantar da mesa quando algo não te serve mais, mesmo que essa mesa seja um banquete, de nada adianta se não for o que te sacia!

Eu não quero um pássaro só na mão, eu quero voar com os dois! Eu quero tudo aquilo que mereço, tudo aquilo que me faz feliz, que me sacia, me dá paz, prazer, e me faz pensar no final do dia: “Eu sou feliz! Quero tentar. se der certo, ótimo! Se não der, tudo bem, eu tentei! Não há como descobrir algo sem tentar. Não há como ser feliz e realizar suas próprias vontades se você aceita o que vem, ou se permanece em algo que não lhe satisfaz totalmente, em algo que já existiu, mas que hoje essa realidade não existe mais, e se contenta com isso. Para uma vida mais ou menos, um trabalho mais ou menos e um amor mais ou menos, só existe uma falsa felicidade meio merda.

Conclusão

Não ter um pássaro nas mãos e voar com os dois, é não ter medo de se levantar da mesa quando algo que já te serviu, não te serve mais. É não ter medo de se abrir para o novo. É necessário encerrar alguns ciclos para que outros melhores se iniciem, se não encerrarmos, não há como iniciar outros. Nós somos aquilo que vibramos e pensamos. O universo só te entrega aquilo que você emite. Se você vibrar na frequência do medo, é isso que você vai receber. Tudo aquilo que a gente pensa, a gente se torna. E você? Vai se contentar com um pássaro na mão, ou vai desbravar horizontes com os dois?

Um comentário sobre “Mais vale um pássaro na mão, do que dois voando.

  1. Putz só “patada” meu amigo.
    Crescemos com muitas crenças limitantes, que por várias vezes passamos para nossos filhos, não por maldade, mais ao meu ver, por excesso de AMOR, medo de vê-los sofrer, instinto de proteção eu acho, fazendo-lhes mal, sem querer fazer, entende.

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